O DCU de James Gunn já tem uma lógica própria, e ela começa longe do caminho mais óbvio. Em vez de abrir com o herói mais famoso do estúdio, o novo universo começou com uma animação sobre monstros recrutados por Amanda Waller e agora avança para um Superman menos sombrio, uma Supergirl em fuga pelo cosmos e um filme de terror corporal com o Cara de Barro.
O ponto de partida foi uma animação com monstros e missões suicidas
O começo do DCU veio com Creature Commandos, série animada de sete episódios que reúne figuras como Frankie Stein, uma gárgula e um lobisomem em missões perigosas sob o comando de Amanda Waller. A proposta mistura humor negro, violência cartunesca e um núcleo emocional que ajuda a abrir esse novo universo por uma porta lateral.
Superman chega como a peça central do tabuleiro
Depois, o DCU apresentou Superman, com David Corenswet no papel de Clark Kent. A versão aposta em um herói que não precisa ser sombrio para funcionar, enquanto Nicholas Hoult interpreta Lex Luthor e Rachel Brosnahan assume uma Lois Lane com mais personalidade. O filme também introduz Guy Gardner e Mulher-Gavião, que voltam a aparecer na segunda temporada de Pacificador.
Supergirl muda de tom e leva a DC para o espaço
O próximo passo é Supergirl, com Milly Alcock vivendo Kara Zor-El em uma história bem diferente das versões mais tradicionais da personagem. Adaptado da obra de Tom King e Bilquis Evely, o filme acompanha a heroína viajando com Krypto pelo cosmos, tentando escapar da própria sombra enquanto cruza o caminho de Ruthye, uma garota alienígena movida pela sede de vingança pela morte do pai.
Clayface leva o universo da DC para o terror corporal
Na sequência, o DCU vai entrar em terreno ainda mais arriscado com Clayface, dirigido por James Watkins. O filme será centrado em um ator fracassado que tenta preservar a juventude com substâncias químicas e acaba se transformando em uma criatura de argila. É a primeira aposta declaradamente de terror do novo universo, com foco em body horror.
Até agora, essa construção mostra um DCU disposto a alternar gêneros sem abandonar a conexão entre projetos. Monstros, super-heróis, aventura espacial e horror corporal já fazem parte da mesma linha de expansão da DC nos cinemas e no streaming.
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