James Gunn voltou a reforçar que o Batman de Matt Reeves segue em um caminho próprio, fora da continuidade principal do DCU. A separação, segundo ele, não é apenas de tom, mas de proposta criativa.
Em uma participação recente em podcast sobre a continuidade de O Esquadrão Suicida, o co-CEO da DC Studios explicou que a versão de Reeves faz parte das histórias conhecidas como Elseworlds. Nesse modelo, o personagem vive uma trama policial, sombria e mais realista, sem superpoderes, metahumanos ou elementos fantásticos.
O que muda entre as duas versões
Gunn destacou que a principal diferença está na presença de figuras sobre-humanas. No universo compartilhado da DC Studios, esses personagens existem há milhares de anos, enquanto o mundo de Reeves é construído sem esse tipo de elemento.
Isso consolida o distanciamento entre as produções e indica que o estúdio pretende manter as duas abordagens em paralelo. A escolha também respeita a visão estabelecida por Reeves para sua trilogia do Cavaleiro das Trevas.
Batman de Reeves segue como Elseworlds
Na prática, a fala de Gunn deixa claro que não há plano para misturar essa versão do herói ao DCU principal. O projeto de Reeves permanece como uma história independente, centrada em crime, investigação e um Gotham mais pé no chão.
Ao mesmo tempo, o DCU caminha para uma mitologia mais ampla, com espaço para personagens e conceitos fantásticos desde o início da nova fase do estúdio.
