James Gunn deu sinais de que a futura Liga da Justiça do DCU pode beber diretamente da fase mais irreverente da Liga da Justiça Internacional. A pista veio depois de uma resposta sobre Maxwell Lord, personagem que já apareceu em Superman e voltou a surgir em Pacificador.
A leitura dos fãs ganhou força porque Gunn já indicou que o personagem deve ser tratado como alguém moralmente ambíguo, mas ainda movido por uma base benevolente. Essa abordagem combina com a versão clássica de Maxwell Lord nos quadrinhos, antes de sua guinada mais sombria em uma das histórias do Besouro Azul.
O que a Liga da Justiça Internacional muda na história
Publicada no fim dos anos 80, a primeira fase da Justice League International foi escrita por Keith Giffen e J. M. DeMatteis, com arte de Kevin Maguire. A equipe ficou conhecida por um tom mais cômico do que a formação tradicional da Liga, reunindo nomes como Batman, Canário Negro, Guy Gardner, Besouro Azul, Shazam, Senhor Destino, Doutor Luz, Caçador de Marte e Sr. Milagre sob a influência de Maxwell Lord.
No DCU, esse caminho faria sentido para conectar personagens que já estão em circulação. Rachel Brosnahan, Skyler Gisondo, Sara Sampaio, Isabela Merced e Maria Gabriella de Faria já têm retorno confirmado, enquanto Aaron Pierre deve reprisar John Stewart e Xolo Maridueña também está confirmado como Besouro Azul.
Maxwell Lord virou a peça que mais chama atenção
Sean Gunn interpretou Maxwell Lord de forma breve em Superman, com uma aparição maior em Pacificador, na segunda temporada. Depois da prisão de Lex Luthor, o industrial aparece em uma entrevista na TV e reforça sua presença no novo universo da DC.
Adria Arjona deve viver Maxima, embora a especulação sobre Mulher-Maravilha siga em aberto. Com esse conjunto de personagens, a ideia de uma Liga da Justiça inspirada na formação mais excêntrica dos quadrinhos deixou de parecer só uma teoria de fãs e passou a soar como uma direção bastante plausível para o DCU.
