James Gunn voltou a destacar a influência de Star Wars no desenvolvimento do DCU e reforçou que o universo da DC Studios foi pensado para comportar histórias de naturezas diferentes, sem depender de um único formato narrativo.
Em publicação no Threads, o cineasta afirmou que já havia deixado isso claro desde o início da construção do projeto. A lógica, segundo ele, é dividir o DCU entre histórias mais independentes e outras integradas a uma trama maior, sempre com a exigência de que cada parte funcione sozinha.
Um DCU com histórias que não seguem a mesma fórmula
Gunn explicou que esse modelo inclui projetos com estrutura mais autônoma, como o caso de Cara-de-Barro, em contraste com produções que fazem parte de uma saga maior, como a linha narrativa de Superman. A ideia, segundo ele, é permitir que cada obra tenha identidade própria sem perder a conexão com o conjunto.
Ele também relacionou essa abordagem à liberdade dada aos cineastas, com espaço para diferentes tons, classificações indicativas e influências variadas, incluindo Star Wars e George R. R. Martin. A proposta, pelo que descreveu, é ampliar o alcance criativo do DCU sem prender todos os títulos ao mesmo molde.
O plano da DC não era só sobre histórias
Outro ponto destacado por Gunn foi a confusão em torno do chamado plano de ação de 8 a 10 anos. De acordo com ele, esse planejamento inicial não tratava apenas dos eventos da narrativa, mas também da estratégia geral da DC como marca e estúdio.
Na mesma linha, ele reiterou que o projeto contempla tanto personagens mais conhecidos, como Superman, Batman e Mulher-Maravilha, quanto figuras que podem ganhar destaque e se transformar em novos sucessos, como Krypto, John Stewart e Pacificador.
O que vem depois no estúdio
O próximo lançamento do estúdio é Homem do Amanhã, continuação de Superman que deve reunir participações de vários heróis. Também seguem fortes as especulações sobre a possível introdução da Princesa Amazona, que vem sendo associada a Adria Arjona.
